1984: as conexões de ‘internet’

Você se lembra como a Internet era quando começou a ser utilizada? Pois é, lá pelo ano de 1984 o esquema era muuuuuito diferente do que estamos acostumados. Para acessar a internet era necessário o trabalhoso (para dizer pouco) método para se conectar! Saiba mais!

1984: as conexões de ‘internet’

Mandar uma mensagem pela internet hoje em dia é uma tarefa trivial. Além de praticamente todos os computadores e smartphones estarem constantemente conectados à rede, existem centenas de sites, aplicativos e programas diferentes que permitem realizar essa tarefa.

Vale lembrar, no entanto, que nem sempre foi assim. Em 1984, os poucos usuários que possuiam um microcomputador em casa precisavam realizar uma série de tarefas para conseguir se conectar à rede. É o que mostra o vídeo abaixo, extraído do programa de tecnologia britânico Database daquele ano.

Naquela época, ainda não havia a internet como a conhecemos hoje – uma rede de computadores conectados. O que havia era um servidor que alguns usuários podiam acessar para ter acesso a alguns dados e serviços. Confira:

https://youtu.be/szdbKz5CyhA

Conforme o programa mostra, para realizar a conexão “extremamente simples”, era necessário:

– Desconectar o telefone da rede de telefonia
– Conectar o telefone ao modem
– Conectar o modem à rede de telefonia
– Ligar o modem
– Acessar a opção de cadastro no computador
– Usar o telefone para ligar – literalmente – para o servidor (da Prestel, no caso)
– Quando o servidor responder, apertar um botão no modem
– Recolocar o telefone no gancho

Esse processo permitia que os usuários da Prestel acessassem uma página de serviços com informações, textos e outros recursos, tais como e-mails. Era uma versão mais simples (e menos visualmente atraente) dos portais de provedores de internet que chegariam na década de 90, como Terra, IG e America Online.

Avanços no tempo

Basicamente, esse é o mesmo processo que fazemos hoje quando digitamos um endereço na barra de nossos navegadores. A diferença (além da velocidade, é claro) é que naquela época as conexões ainda utilizavam a linha telefônica, em vez de uma infraestrutura separada. Quando digitamos o endereço de um site, o computador “traduz” esse endereço em um número (o IP do site), conecta-se ao site e solicita a ele as informações referentes àquela página.

No vídeo, porém, os usuários realizam todo esse processo para poder acessar basicamente o mesmo conteúdo de uma página da internet. Caso quisessem acessar outra página (se é que havia naquela época outra página para ser acessada), eles precisariam repetir todas as etapas acima e discar para um número diferente com o telefone.

No final do programa, enquanto os créditos rolam, os produtores realizam uma “transmissão de software”: eles tocam um som estranho que usuários podem gravar e reproduzir para seus computadores. Ao “ouvir” o áudio (que parece uma versão ainda pior de uma conexão de modem discado), os computadores conseguiam reproduzir aplicativos – era uma forma primitiva, mas interessante, de transmissão de dados via som.

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Fonte | Olhar Digital.

Internet das coisas terá 14 bilhões de conexões em 2021

A cadeia que movimenta o mundo da internet das coisas (IoT) não se limita às operadoras de telecomunicações e movimenta números bilionários. Dados do mais recente Relatório de Mobilidade da Ericsson mostram que estão previstos 28 bilhões de dispositivos conectados em 2021, mais da metade deles na área de M2M e IoT. Já o GSMA, entidade que reúne a cadeia dos interessados na tecnologia GSM, aponta que as conexões M2M sozinhas devem ultrapassar a cifra de 1 bilhão em 2020.

O movimento ascendente acontece fora e dentro do Brasil e nenhum setor escapa, nem mesmo ambientes agressivos como os industrial e o de produção mineral. Um dos exemplos é a chamada Indústria 4.0, revolução que o chão de fábrica. Nessa semana, a Abimaq, entidade que congrega os fabricantes de máquinas e equipamentos, antecipou as novidades que devem fazer parte de uma das principais feiras do setor, a Feimac, que acontece no começo de maio: uma linha de produção inteligente, com participação de mais de 20 empresas, deve ser uma das atrações do evento. Além de robótica e da mecatrônica, um dos destaques será exatamente a IoT.

Segundo a Abimaq, “a combinação de modernos recursos de automação industrial com os avanços dos sistemas de computação, informação e comunicação via internet, permite que linhas de montagem e produtos troquem informações entre si ao longo do processo, ao mesmo tempo que diferentes unidades fabris tomam decisões sobre produção, compras e estoques sem interferência humana”. O discurso é longo, mas resume o foco da quarta geração na indústria.

Na área mineral, o IoT igualmente ganha espaço. Segundo Renato Carneiro, presidente da 2S, integradora parceira da Cisco, existem casos de sucesso no setor, que envolvem comunicação, colaboração e data center adaptadas ao ambiente das minas, que permitiram quadruplicar a produção anual e reduzir os custos em US$ 2,5 milhões. A empresa se classifica como pioneira do IoT em mineração no país.

De acordo com o executivo, além de reduzir custos e otimizar processos com a infraestrutura adequada, a IoT traz sensores, atuadores e conectividade à mineração, possibilitando o melhor planejamento, a programação das atividades de perfuração nas minas, a tomada de decisão em tempo real e o total controle da operação – da extração ao transporte.

“Esses sensores ajudam decidir rapidamente se é vantajoso ou não processar o minério, em vez dos demorados tradicionais testes da composição dos minérios. Dessa forma, estar mais perto da informação sobre esse processo proporciona um grande aumento de produtividade e redução de custos”, explica Carneiro.

A Ericsson, tradicional fabricante da área de telecomunicações, já avança em outra frente, falando em 5G. Nessa semana, a empresa anunciou uma parceria com o governo federal, criando um laboratório de IoT. O foco são as áreas de agricultura inteligente, água inteligente, floresta conectada e prevenção e monitoramento contra desastres. Do lado público, a interface da fabricante é o Ministério das Comunicações.

Chamado de Laboratório da Sociedade Conectada no Brasil, a instituição será inaugurada hoje, sendo parte do Centro de Inovação da Ericsson. A iniciativa faz parte de um movimento para fortalecer um ecossistema de IoT na América Latina. A multinacional já tinha criado recentemente uma plataforma de crowdworking em parceira com a Telefonica Open Future e com o Inatel. Além disso, várias universidades de ponta, incluindo USP, Unicamp e PUC-Rio, integram o ecossistema de IoT.

Fora do Brasil, as operadoras e seus parceiros também se movimentam, independente da geografia. Na África, a chinesa Huawei anunciou a ativação da primeira rede 4,5G – em caráter de teste – do continente. O pioneirismo coube à MTC, da Namíbia, que avaliou a infraestrutura que vai permitir o tráfego em velocidades de 1 Gbps. A operadora também colocou no ar e comercialmente a rede LTE Advanced ou LTE-A (com picos de velocidade de 300 Mbps).

Segundo a Huawei, a rede 4.5G ajudará o desenvolvimento da Internet das Coisas, suportando mais de 100 mil conexões de celular. A empresa chinesa reforça ainda que é a criadora do conceito de 4,5 G, um intervalo entre a atual rede 4G e a ativação comercial do 5G, prevista para 2020. Ela faz parte ainda de outro ecossistema, dessa feita com a Deutsche Telekom, da Alemanha.

A operadora europeia também divulgou seu universo de IoT, com a inclusão plataformas, parceiros e produtos, envolvendo a aliança com a gigante chinesa e com outros pesos pesados como GE Digital, Microsoft e SAP. O anuncio foi feito nessa semana durante a Hannover Messe, uma das grandes feiras mundiais da indústria. A participação no evento teria como mote a indicação de como é fácil iniciar um projeto de IoT e de internet industrial.

A estratégia da empresa é levar pequenas e médias empresas para a era da Internet Industrial com um mix de pacotes padronizados (80%), complementados por soluções personalizadas (20%). “Nosso conhecimento em diversas áreas, da conectividade de redes a análise de dados, passando pela integração de sistemas, faz com a IoT seja um território familiar”, diz Anette Bronder, diretora da T-Systems e, há nove meses, a responsável pela Divisão Digital do grupo.

Para ajudar os clientes a ativarem os projetos de Internet Industrial, a Deutsche Telekom criou o chamado Cloud of Things Starter Kit, incluindo  software, sensores que reúnem dados e um SIM card para transmissão de dados e acesso à plataforma de cloud da DT para o processamento dos dados.

De acordo com ela, o kit pode ser utilizado para monitorar, por exemplo, a temperatura de uma máquina ou os movimentos de um equipamento de construção, tudo em tempo real. Os clientes podem utilizar e instalar o serviço, cuja estrutura de preço consiste basicamente de um valor base, acrescido de uma taxa por utilização.

Para quem quer avançar mais  e controlar os equipamentos remotamente, a operadora oferece outro pacote, o chamado Predictive Maintenance Kit. Nesse caso, os recursos incluem a automação de processos de manutenção, da análise de danos e desgaste da máquina até a conclusão de um pedido de serviço.

Pra finalizar: a análise de dados também pode ressaltar pontos específicos, permitindo aos usuários prever danos potenciais antes que ocorram. De acordo com a Deutsche Telekom, a manutenção preditiva tem o potencial de reduzir os custos de manutenção em até 30%.

Fonte | Infraoi.

Cisco e outras gigantes criam fundação para definir padrão em IOT

A entidade sucede a Open Interconnect Consortium (OIC), que deixa de existir.

Um grupo de multinacionais de tecnologia anunciou a criação de uma fundação com a missão de criar padrões para a internet das coisas. Arris, CableLabs, Cisco, GE Digital, Electrolux, Intel, Samsung, Microsoft e Qualcomm formaram a Open Connectivity Foundation (OCF – Fundação de Conectividade Aberta) há cerca de duas semanas. A entidade sucede a Open Interconnect Consortium (OIC), que deixa de existir.

Segundo as empresas, ao harmonizar padrões, fabricantes e desenvolvedores podem criar soluções e dispositivos que funcionem perfeitamente em conjunto. A Electrolux anunciou recentemente uma parceria com o Google para trabalhar com seu sistema operacional Brillo e protocolo de comunicações Weave para a Internet das Coisas, desenvolvendo eletrodomésticos conectados para casas inteligentes.

A Electrolux também continua a ser um membro da AllSeen Alliance e continuará a trabalhar com a AllSeen com a ambição de criar um padrão de comunicação aberta comum para a Internet das Coisas. (Com assessoria de imprensa)

Cisco vai pagar US$1,4 bi por empresa de Internet das Coisas

A Cisco Systems disse nesta quarta-feira que está comprando a Jasper Technologies, startup que conecta aparelhos como carros e equipamentos médicos à Internet, por 1,4 bilhão de dólares e ações, sua maior aquisição desde 2013.

Companhias de tecnologia tradicionais como a Cisco têm tentado encontrar caminhos para o crescimento enquanto novos desenvolvimentos tecnológicos, como a ascensão da computação em nuvem, ameaçam seu negócio principal.

O campo emergente apelidado de Internet das Coisas oferece à Cisco, conhecida por equipamentos de rede, uma chance de oferecer tecnologia inovadora a seus atuais clientes.

Além de conectar aparelhos à Internet, a Jasper produz uma plataforma de software que ajuda a monitorar esses dispositivos quando eles estão online.

A Jasper é o maior negócio da Cisco desde a aquisição da empresa de segurança Sourcefire por 2,7 bilhões de dólares em 2013.

Internet de Todas as Coisas A Última Fila

 

https://www.youtube.com/watch?v=R379nCb8MKE

Internet de Todas as Coisas | A Última Fila

Internet de Todas as Coisas Último Engarrafamento

 

https://www.youtube.com/watch?v=8wiLA70JugA

Internet de Todas as Coisas | Último Engarrafamento

Universo online conectado

Acreditamos em um universo online cada vez mais conectado, focado em noticias de tecnologia, mercado e inovações. Assim convidamos a todos a descobrirem novas experiências.

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Internet de Todas as Coisas Telepresença Médica

 

https://www.youtube.com/watch?v=nSBgEUqxbDY&list

Internet de Todas as Coisas  | Telepresença Médica

Internet de Todas as Coisas Telepresença

https://www.youtube.com/watch?v=nNb75fr6lHE&index=

Internet de Todas as Coisas | Telepresença Unindo Pessoas

O incrível mundo de possibilidades

1º Cidade Inteligente Episódio 2 (Songdo)

https://www.youtube.com/watch?v=NEM1APFzX04&index

2º Telemedicina no Hospital Albert Einstein

https://www.youtube.com/watch?v=jtjpt0Duzco&index

3º Telemedicina no Sergipe

https://www.youtube.com/watch?v=YWtWVAEbQg4&index