99% dos usuários são contra limitação da banda larga fixa

O total de 608.470, ou 99% dos usuários de internet, que participaram da enquete do DataSenado, em parceria com a Agência Senado, se posicionaram contra o limite da franquia para internet fixa, proposta por operadoras.

A enquete, realizada entre os dias 16 de maio e 15 de junho, foi motivada pela apresentação de dois projetos que proíbem as operadoras de limitarem esses dados em seus contratos, somados a uma sugestão popular, do portal e-Cidadania, que tem origem em manifestações dos cidadãos. Os dois projetos de lei do Senado inserem no Marco Civil da Internet a proibição das franquias: o PLS 174/2016 e o PLS 176/2016. Ambos tramitam no Congresso Nacional.

Mais da metade dos respondentes (64%) acredita que limite pode diminuir a qualidade dos serviços. Quase um terço (32%) dos usuários acredita que a qualidade permanecerá igual e 2% acreditam que pode melhorar. Sobre custos, 89% dos participantes acreditam que irão aumentar, 6% que irão diminuir, outros 4% acham que permanecerão iguais.

Também na enquete, 87% dos internautas manifestaram rejeição aos bloqueios coletivos de aplicativos de comunicação por decisões judiciais – como aconteceu no início do ano com o WhatsApp. Apenas 8% demonstraram apoio à prática.

Ao opinar sobre impacto da limitação de dados nas operadoras, 83% dos respondentes acreditam que o movimento representará aumento nos lucros das empresas. Em contrapartida, 95% dos respondentes apontam que a satisfação dos clientes irá diminuir.

A maioria (91%) dos respondentes também acredita que a limitação não está de acordo com o Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014) – apenas 3% disseram que sim.

Brasil registra mais de 4 milhões de ataques cibernéticos em maio

O Brasil registrou mais de 4 milhões de ataques cibernéticos em maio deste ano, de acordo com levantamento realizado pela PSafe. Desses, foram bloqueados no País mais de 2,8 milhões de cavalos de troia, que são porta de entrada para diversas ameaças mais sérias à segurança do usuário de dispositivos conectados, seguido de pouco mais de 869 mil propagandas maliciosas (adwares).

Ainda de acordo com a pesquisa, usuários de dispositivos móveis da região Sudeste são principal alvo de cibercriminosos, somando mais de 2,1 milhões de malwares. O estado de São Paulo foi o que mais registrou ameaças, respondendo por três em cada dez ataques cibernéticos ocorridos no País.

No ranking dos estados mais visados por cibercriminosos no mês aparecem, ainda, o Rio de Janeiro, com mais de 490 mil malwares bloqueados, Minas Gerais, com 378 mil ameaças combatidas, Bahia, com 306 mil malwares encontrados, e Pernambuco, com mais de 243 mil.

A região do Nordeste aparece logo na sequência, com mais de 1 milhão de ameaças cibernéticas identificadas e bloqueadas pela PSafe, bem à frente do Sul, Centro-Oeste e Norte.

“Todos os dias o PSafe Total bloqueia mais de 500 mil páginas infectadas e mais de 130 mil ameaças de malwares, números que mostram a importância de se criar no Brasil uma cultura de segurança virtual com a manutenção de dispositivos seguros”, afirma Marco DeMello, CEO da PSafe.

Os dados do Mapa de Ameaças Digitais do Brasil foram coletados a partir das tentativas de ataques barradas pelo aplicativo PSafe TOTAL, assistente virtual de segurança e performance para smartphones com sistema operacional Android, que possui mais de 75 milhões de downloads e 21 milhões de usuários ativos.

Google ultrapassa Apple e se torna marca mais valiosa do mundo

Marcas que mais inovam são as que mais crescem no ranking, afirma consultoria.

A consultoria Millward Brown divulgou a lista de marcas mais valiosas do mundo nessa semana e o Google, que estava na segunda colocação do ranking, subiu para a primeira posição nesse levantamento. O valor da marca ficou em US$ 229,198 bilhões, de acordo com a consultoria, alta de 32%.

Já a Apple, que era a líder do levantamento passado, agora ocupa a segunda posição, com queda de 8% no valor de sua marca, totalizando US$ 228,46 bilhões. Bem atrás, na terceira posição, aparece a Microsoft, com alta de 5% e um valor de marca de US$ 121,824 bilhões.

Aparecem pela primeira vez no top 10 da consultoria o Facebook, que com alta de 44% está na quinta posição, e a Amazon, que com um valor 59% maior que o ano passado, agora está na sétima colocação do ranking.

A consultoria ainda explica que a inovação é o principal motivo que leva as marcas a se valorizarem, e isso precisa ser visto e sentido pelos consumidores. As marcas que inovaram mais forte são as que mais cresceram no ranking, explica a Millward Brown.

Confira as dez marcas mais valiosas do mundo a seguir:

Marca Categoria Valor de marca em 2015 Posição em 2014
Google Tecnologia US$ 229,198 bilhões 2
Apple Tecnologia US$ 228,46 bilhões 1
Microsoft Tecnologia US$ 121,824 bilhões 3
AT&T Telecomunicações US$ 107,381 bilhões 6
Facebook Tecnologia US$ 102,551 bilhões 12
Visa Pagamentos US$ 100,8 bilhões 5
Amazon Varejo US$ 98,988 bilhões 14
Verizon Telecomunicações US$ 93,22 bilhões 7
McDonald’s Fast Food US$ 88,654 bilhões 9
IBM Tecnologia US$ 86,206 bilhões 4

A Quarta Revolução Industrial já está acontecendo

Pesquisa realizada pela Cisco mostra que esse novo mercado deve gerar US$ 14,4 trilhões em oportunidades de negócios no setor privado até 2022.

Relógios inteligentes, óculos de realidade aumentada, esses são apenas alguns exemplos de uma nova era tecnológica, a chamada Internet of Everythings (IoE), ou Internet de Todas as Coisas, apontada por especialistas como a Quarta Revolução Industrial.

O objetivo da IOE é conectar pessoas, processos, dados e coisas que ainda não estão conectadas. Saber como se aproveitar dessa nova mudança de paradigma pode ser o diferencial para sua empresa, gerando novos negócios, economia e aumento de produtividade.

De acordo com pesquisa realizada pela Cisco, esse novo mercado deve gerar US$ 14,4 trilhões em oportunidades de negócios no setor privado e outros US$ 4,6 trilhões no setor público entre 2013 e 2022. Além disso, a melhor utilização de ativos pode gerar uma economia de US$ 2,5 trilhões.

A Cisco tem trabalhado em conjunto com outras empresas com o objetivo de desenhar essas redes do futuro. No Brasil, a empresa criou um Centro de Inovação, localizado na cidade do Rio de Janeiro. Com laboratório, data center, salas de incubação e de colaboração de última geração, o Centro de Inovação Cisco ajuda organizações locais e mundiais a melhorar o resultado de seus negócios aproveitando o conceito da Internet de Todas as Coisas (IoE).

O primeiro passo para fazer parte dessa revolução é criar sistemas, produtos e serviços cada vez mais integrados. E o Cisco Unified Computing System (UCS) é uma peça chave para empresas que não querem ficar para trás nesse momento de transição. Utilizado por mais de 43.000 usuários únicos em todo mundo, o UCS é projetado com a ideia de unificar e simplificar os Data Centers, que é o cérebro da sua empresa, o local onde toda a informação está armazenada.

E o objetivo dessas tecnologias não é mudar apenas o setor produtivo, mas a vida das pessoas. No ano passado, a empresa criou o Desafio Cisco de Inovação Urbana, que selecionou cinco startups para participar de um processo de aceleração, apoiado pelo Centro de Inovação da Cisco.

O objetivo desse desafio era ajudar essas empresas a implantarem suas soluções inovadoras no complexo urbano Porto Maravilha, projeto de revitalização portuária do Rio de Janeiro, que faz parte de obras realizadas para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

Fonte | Infomoney.

Lista de cinco tendências para transformação digital das operadoras de telecom

Fabricante chinesa cria um roteiro para a operação das redes físicas e digitais nas operadoras de telecomunicações. Player mundial, a empresa também lança novas tecnologias que devem atender a transformação da infraestrutura. 

Na edição de ontem, o Infraroi apontou duas pesquisas recentes que indicam uma forte pressão sobre a evolução das redes nas operadoras de telecomunicações. Segundo o IDC, em levantamento patrocinado pela Amdocs, a qualidade e a cobertura de dados já são mais importantes para manter a lealdade dos usuários do que a precificação ofertada pelas empresas de telecomunicações.

Já o relatório do Gartner, avaliou mais positivamente as operadoras globais que já estão ativando serviços com ferramentas de virtualização de funções de rede (NVF) e infraestrutura definida por software (SDN) entre o grupo que atende o mercado corporativo.

A evolução das redes fixas e móveis não é assunto somente para as operadoras. Fornecedores gigantes do setor apontam o que eles consideram as rotas possíveis de evolução. É o caso da chinesa Huawei que lançou, na semana passada, uma lista de cinco grandes iniciativas que deveriam pautar o trabalho das empresas de telecomunicações para acelerar a transformação digital.

O quinteto deve posicionar as operadoras com um papel onde a palavra big é quase uma obrigação: atender a grande demanda de vídeo, tornar-se uma grande capacitadora de TI, de operações ágeis, de grande arquitetura flexível e – finalmente – como um grande pipeline ou canal de transmissão presente em todos os lugares.

O papel desenhado pela Huawei para seus clientes foi baseado no crescimento de vários serviços nos próximos dez anos. De acordo com as previsões, até 2025 haverá quatro bilhões de novos usuários de banda larga, mais de 100 bilhões de coisas estarão conectadas digitalmente e o consumo de dados por pessoa irá aumentar em mais de 500 vezes.

Para a fabricante chinesa, o mundo digital e o físico estão convergindo rapidamente, para acompanhar a exigência dos consumidores pela chamada experiência ROADS (Real-time, On-demand, All-online, DIY, and Social — tempo real, sob demanda, tudo online, faça-você-mesmo e relações sociais) como uma nova norma.

“A transformação digital é um novo mecanismo para propulsionar o crescimento do setor de telecomunicações e também irá potencializar a inovação de outros setores”, disse em Londres o diretor executivo do Conselho e CSMO (chief strategy marketing officer) da Huawei, William Xu. “A Huawei continuará a abrir recursos de plataforma para ajudar as operadoras a desenvolver um ecossistema aberto, colaborativo e de ganho mútuo para o setor, a fim de acelerar a transformação digital”.

Além de mapear as demandas, a empresa também anunciou algumas das soluções novas que deve oferecer para as operadoras. A lista inclui tecnologias para 4.5G, Internet das Coisas (IoT), vídeo 2K/4K e Cidade Segura (Safe City). A Huawei também está ativando laboratórios abertos de inovação, junto com cerca de 600 parceiros, e um programa de capacitação de desenvolvedores, orçado em US$ 1 bilhão.

Outra tendência da fabricante oriental envolve plataforma aberta para vídeo 2K/4K, que agrega conteúdo e possibilita a inovação em serviços de vídeo. Na computação em nuvem, a prioridade desenvolver um ecossistema de nuvem aberta, o que permitiria o desenvolvimento de soluções de infraestrutura como serviço (IaaS) e a habilitação de PaaS, sigla para plataforma como serviço, além da agregação de SaaS (software como serviço) entre os desenvolvedores.

Conexões 4G e internet das coisas devem crescer em 2016

Estudo da GSMA aponta para forte incremento de smartphones e aumento das comunicações máquina-máquina neste ano.

A previsão da GSMA Intelligence é que o Brasil alcance a marca de 42 milhões de conexões 4G no final de 2016, o que representaria um crescimento de 87% sobre os 23 milhões registrados em 2015.

Segundo a instituição de pesquisa, o mercado brasileiro é o maior da América Latina, tendo contabilizado mais de 267 milhões de conexões móveis em dezembro de 2015. Os acessos 4G representaram 9% do total.

Para o final de 2016, a previsão é que o número de conexões móveis no país chegue a 278 milhões e que o percentual de conexões 4G praticamente dobre, atingindo mais de 15% desse total.

Esse crescimento será acompanhado do aumento da penetração de smartphones no país, previsto para saltar de 55%, em 2015, para 62%, em 2016 – apesar da pressão do ambiente macroeconômico sobre o preço dos aparelhos.

Uma parcela significativa das novas conexões 4G será constituída de clientes que trocarão seus aparelhos por smartphones e migrarão para as redes mais velozes.

Assim, ao final de 2016, a previsão é que o total de conexões móveis 3G e 4G chegue a 223 milhões, um aumento de cerca de 16% em relação a 2015, quando esse total foi de 193 milhões.

Internet das coisas

Da mesma forma, os dados da GSMA Intelligence apontam para o crescimento das conexões M2M (máquina a máquina) no Brasil.

O país é o maior mercado M2M na América Latina, tendo somado 11,6 milhões de conexões no final de 2015.

Esse número representa um aumento de 16,76% em relação a 2014, quando foram contabilizadas 9,9 milhões de conexões M2M.

A previsão da GSMA Intelligence é que, ao final de 2016, o total de conexões M2M no país chegue a 14 milhões, o que representaria um crescimento da ordem de 20,79%.

Como a Internet das Coisas pode ser um dos novos pilares da saúde

Geladeira que avisa a hora de fazer novas compras, termostatos acionados via celular, lâmpadas programadas para acender ou apagar, abertura e fechamento de fechaduras remotamente, relógios e fones de ouvido inteligentes que medem batimentos cardíacos.

Estas são algumas das mudanças mais recentes na forma como a tecnologia é aplicada em nosso cotidiano por meio do advento da Internet das Coisas ou Internet of Things (IoT) – que é a comunicação entre “produtos do cotidiano” e a internet de forma a proporcionar ao usuário maior conforto e praticidade na hora de planejar atividades que dependam de alguma tecnologia.

Atualmente, a Internet das Coisas tem aplicação em ambientes e projetos considerados futuristas ou em equipamentos sofisticados e de vanguarda, no entanto, está cada vez mais próximo de se tornar algo presente no dia a dia da sociedade como um todo.

Os aparelhos para monitoramento e os dispositivos vestíveis devem se popularizar. Segundo o Gartner, entre 2014 e 2015, houve um aumento de 30% no uso de aparelhos inteligentes, hoje temos cerca de 4,9 milhões de dispositivos conectados, e esse número deve chegar a 23,4 milhões, em 2017, e 25 bilhões, em 2020.

O que muitos não sabem, portanto, é que a IoT já está nos planos de uma área que todos nós precisamos utilizar com certa frequência e que precisa de conforto e rapidez: a saúde. Tecnologias para o setor vêm evoluindo de maneira rápida se utilizando justamente de tal tendência.

Os exemplos são diversos e aplicados nas mais diferentes áreas, que vão desde os já famosos fones de ouvido e smart watches (relógios inteligentes), bastante utilizados por atletas para medir os batimentos cardíacos, até camisetas que também possuem sensores que verificam a frequência do coração e temperatura de uma pessoa durante uma atividade física, passando por dispositivos em miniatura embutidos embaixo da pele do paciente para monitorar os níveis de açúcar.

Existem ainda sensores ingeríveis, que podem ser consumidos junto com o medicamento para verificar como ele age no organismo, ou ainda, capsulas endoscópicas com micro câmeras integradas para realização de exames. Esta tecnologia realiza o procedimento em oito horas, mandando ao hospital mais de 60 mil imagens enquanto o paciente segue com sua rotina normalmente.

Tecnologias como sensores sem fio, radiofrequência e nanotecnologia são as grandes protagonistas destes dispositivos. Elas são utilizadas como formas de automatizar processos na área da saúde de maneira inteligente e conectada.

Mas o que esses novos recursos podem beneficiar o setor? A Internet das Coisas e imensas possibilidades que isso pode trazer para a saúde, será capaz de gerar um conforto maior para médicos, especialistas da área, laboratoristas e, principalmente, para pacientes. Isso porque é possível monitorar o consumo de medicamentos, o prazo de validade e a dose recomendada pelo médico, além de tornar alguns exames menos invasivos.

Para o médico, o principal benefício é poder ter um contato mais estreito, em tempo real e prático com seus pacientes, podendo inclusive ter acesso ao histórico completo, ou seja, seu prontuário eletrônico na nuvem, como também ter acesso remoto aos sinais vitais, evoluções no tratamento depois da prescrição médica, entre outras vantagens.

Para os analistas do Goldman Sachs Report a indústria deve sofrer uma grande evolução por conta do healthcare digital, que trará uma redução considerável dos custos nos procedimentos, além de aumentar o acesso mundial ao tratamento, diagnóstico e medicina preventiva. Embora o digital já esteja entre nós, a IoT ainda é incipiente, mas, como vimos, possui um potencial muito grande de mudar o cotidiano da área como um todo.

O levantamento do Goldman Sachs mostra que com a IoT o mundo terá uma enorme vantagem com uma economia de cerca de 305 bilhões de dólares na saúde com a eliminação de processos custosos nos quais essa e outras tecnologias digitais podem ajudar. Ao mesmo tempo, a oportunidade comercial para companhias que desenvolvam soluções tecnológicas digitais para a saúde chegará a 32 bilhões de dólares por ano, sendo a saúde uma das principais áreas que deverá investir em Internet das Coisas.

O aumento no número de dispositivos conectados deve ocasionar uma revolução tecnológica que impactaria a saúde de forma intensa, trazendo tecnologias das mais diversas para objetos nunca antes pensados.

Nesse cenário, a IoT gerará um impacto imensurável em vários aspectos: na economia mundial, nos hábitos de vida dos pacientes, nos gastos das organizações e nas funções desempenhadas pelo médico e pelos demais colaboradores de uma clínica ou hospital.

Seria uma mudança com transformações revolucionárias, assim como os impactos gerados pelo próprio surgimento da internet na sociedade: um caminho sem volta.

Você usa IoT ou IoE e não sabe!

Desde que começamos a ouvir falar sobre globalização, a tecnologia tem sido fundamental para o desenvolvimento de novos negócios e de novas formas de comunicação. Com isso, surgiram ícones no mercado como Apple, Microsoft, Google, Youtube, assim como modernas necessidades de comunicação entre negócios, pessoas e coisas, tal como o Twiter, Facebook, WhatsApp e Skype. A Internet foi o caminho natural, sendo a rede que teria a capacidade para que isso pudesse ocorrer com popularidade, padrões abertos e ideias inovadoras.

A parti daí foram criados dispositivos portáteis com capacidade de serem multidisciplinares, que incluem acesso a voz, vídeo e web. Sim, são os smartphones! Eles revolucionaram a forma de comunicação entre as pessoas e concretizaram um desejo que há tempos os profissionais de tecnologia sonhavam, que é ter um dispositivo capaz de fazer tudo que fosse preciso.

Ao mesmo tempo em que os dispositivos exigiam novos recursos e conectividade, as redes de acesso também iniciaram uma mudança para suportar essa nova demanda de convergência: a qualquer coisa, em qualquer lugar e a qualquer hora. A necessidade por novos serviços popularizou o uso dos smartphones e com eles os serviços de localização de pessoas, redes sociais, entrega e mensagens instantâneas se tornaram cada vez mais necessários no cotidiano das pessoas, que não veem mais esses atributos como agregadores, mas sim como essenciais.

Hoje em dia, boa parte da população do mundo que tem um smartphone e acesso à Internet utiliza algum processo de IoT (Internet of Things – Internet das coisas) ou IoE (Internet of Everything – Internet de todas as coisas). Sem perceber, estamos utilizando no nosso dia a dia processos computacionais, coisas conectadas na Internet e pessoas que são a base da IoT e IoE, tais como a solicitação de um taxi, a compra de ingressos para um show e as condições do trânsito, que incluem indicações da melhor rota em tempo ou distância para seu destino final.

São novas formas de conectividade que estão sendo criadas, novas formas de negócios que estão realmente globalizando o mundo, novas formas de comunicação que levam diferentes informações em tempo e distâncias não imaginadas anteriormente. São pessoas, coisas e processos trabalhando em conjunto para melhorar e mudar o estilo de vida.

E para que isso esteja cada vez mais disponível, seja mais abrangente e seguro, precisamos novamente da tecnologia. Sistemas eficientes e rápidos nas comunicações, conectividade em qualquer lugar e qualquer dispositivo, segurança na identificação do dispositivo, processo ou pessoa, uma logística de entrega eficiente e uma ideia nova são os principais fatores que determinarão o sucesso do negócio.

Na indústria, o IoT (ou o IoE) pode ser utilizado para melhorar processos de controle, como temperaturas de caldeiras, pressão de óleo, gás, água, distribuição de energia, entrada e saída de estoque e frota de veículos, assim como todo o processo que possa ser automatizado.

No Brasil, algumas empresas de energia começam a desenvolver a solução de SmartGrid através da utilização de medidores inteligentes, que trazem novas formas de entregar a energia que será utilizada na casa dos consumidores, com opção de controle dos gastos, informação de suspensão do fornecimento, uso da energia em tempo real e outros. Para as concessionárias, o IoT provê informações de interrupção de energia mais precisa, utilização de energias alternativas para suprir uma demanda repentina, distribuição da energia de acordo com a fonte energética e demanda, além de melhor utilização das equipes de reparos.

Medidores inteligentes, rede wireless / mesh, fibra ótica, Internet, rede metro, Data Center, aplicações, especialistas em TI e energia são os elos que unem pessoas, processos e coisas para melhorar a qualidade e o estilo de vida, diminuir custos operacionais e otimizar a distribuição de energia.

Gigantes como Cisco, HP, EMC têm desenvolvido soluções para enfrentar esse mercado em crescimento de IoT/IoE. Mas quem está preparado para unir esses gigantes aos fabricantes de sensores, RFID, smartphones, aplicativos e outras soluções que necessitam de integrações de sistemas de comunicações, computacionais, armazenamento, segurança da informação, órgãos governamentais, profissionais, sociedade e outros? Essa é uma tarefa para os integradores, que têm capacidade para desenvolver projetos que envolvam diversos fabricantes em todos os níveis do projeto.

O IoT/IoE já é uma realidade, já está no nosso dia a dia. E a convergência de toda essa malha de tecnologias ajudará as empresa no desenvolvimento de novos negócios e de novas formas de interação com pessoas, processos e coisas. Seja bem vindo a essa realidade!

Infográfico compara uso médio da internet com limite de dados da Vivo

Um infográfico produzido pela Infobase Interativa, empresa que atua no ramo de TI, mostra que os limites sugeridos pela Vivo para os planos de internet banda larga estão longe de serem os ideais para os usuários brasileiros, principalmente para quem não vive longe do Netflix e do YouTube.

De acordo com a análise, o limite de 130 GB, o maior oferecido pela Vivo, fica abaixo da média de consumo de dados dos brasileiros, que é de cerca de 142 GB por mês. O infográfico completo pode ser acessado neste link.

O estudo mostra, por exemplo, as consequências do streaming. Os brasileiros passam cerca de 20 horas por mês consumindo conteúdo em serviços como Netflix, YouTube e Spotify, o que iria gerar, na primeira plataforma, um gasto de 20 GB por mês da franquia contratada.

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O público gamer também foi considerado pelos analistas. Em um dos jogos mais populares da plataforma Steam, o consumo durante 30 horas por mês representou o gasto de 1,8% do plano de dados.

Assim, este pode ser mais um argumento que prova que os gamers não podem ser responsabilizados pelo fim da internet ilimitada,como havia salientado João Rezente, presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Com isso, a análise mostra que o ponto que realmente consome uma grande quantidade de dados é, na verdade, o download de arquivos.

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Já a navegação cotidiana, que inclui pesquisas no Google, acesso aos provedores de e-mails e eventual uso de reprodutores de vídeo, consome em média 190 MB a cada 30 minutos. Ao considerar que os internautas passam aproximadamente cinco horas diárias nesta atividade, o consumo é de 30% da franquia.

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Fonte | Olhar Digital.

Google desenvolve dispositivo implantável no globo ocular

A Alphabet, empresa-mãe do Google, já se prepara para um futuro em que a tecnologia irá se fundir com o corpo humano. A empresa solicitou uma patente de um dispositivo que pode ser implantado dentro do globo ocular.

Desde a época em que era apenas Google, a companhia já se mostrava interessada nos olhos, com dispositivos como uma lente de contato inteligente para monitoramento de diabetes. O problema é que agora a empresa que ir além: em vez de colocar algo sobre o olho, que tal não colocar algo DENTRO do olho?

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O objetivo do implante peculiar é melhorar a visão, com um método de ajudar a focalizar a luz na retina, ajudando o usuário a enxergar melhor. Poderia ser uma alternativa às cirurgias de correção que já se tornaram comuns atualmente.

De qualquer forma, a ideia de colocar um aparelho dentro do olho soa estranha. A patente em questão fala sobre um método de “injetar um fluido na cápsula do cristalino de um olho, onde a lente natural foi removida da cápsula”. O dispositivo intraocular flutua neste fluido, usando energia gerada a partir de radiofrequência, captada por meio de uma antena. O aparelhinho também tem seu próprio armazenamento interno, embora não fique claro o motivo.

Cabe a ressalva sempre que falamos de patentes: muitas delas nunca acabam se transformando em produtos reais. São comuns os casos de empresas que registram uma ideia apenas para protegê-la, mas acabam não utilizando a patente para nenhum fim prático. Nestes casos, só resta esperar para vere o que o Google (ou a Alphabet) farão com isso.

Fonte | Olhar Digital.